Nem Zoo, nem “Rorizão” escapam de medidas do GDF

Pacote de medidas ainda incluem aumento de impostos, passagens de ônibus e cortes na folha salarial do Governo.

Por em 16/09/2015 às 12:49

O Governo do Distrito Federal, anunciou na quarta-feira (15), pacote de medidas para equilibrar as contas públicas. As medidas, incluem aumento nas passagens de ônibus, entrada do Zoológico e na refeição do Restaurante Comunitário.

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O governo também anunciou que não haverá reajustes salariais aos servidores. Na relação das despesas do Governo, ainda se encontra cortes em 20% no salário do governador, vice, secretariado e administradores.

Algumas medidas precisam da aprovação da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Veja as principais medidas anunciadas

Suspensão do reajuste do funcionalismo: os servidores ficam sem a parcela do reajuste escalonado que havia sido acordado com a gestão passada. A economia prevista é de R$ 400 milhões até o final do ano. Governador diz que a intenção é retomar os pagamentos no começo do ano que vem.

Tarifas de ônibus: As tarifas que hoje custam R$ 1,50 passariam para R$ 2,25 (50% de aumento), as de R$ 2 para R$ 3 (50%), as de R$ 2,50 para R$ 3 (20%) e as de R$ 3 para R$ 4 (33%).

Tarifa de metrô: Passa dos atuais R$ 3 para R$ 4 todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados.

Restaurante comunitário: Refeição passa de R$ 1 para R$ 3. O preço nunca havia sido reajustado, desde a inauguração do primeiro restaurante, em 2001. Na época, o subsídio pago pelo governo era de R$ 1,49 por refeição, hoje, de R$ 5,71.

Ingresso no zoológico: Passa de R$ 2 para R$ 10 (aumento de 400%)

Corte de salários do primeiro escalão: governador, vice-governador, secretários e administradores regionais passam a receber salário com redução de 20%, como forma de contribuir para a redução de gastos.

Elevação do IPTU: reajuste de até 10% no valor venal, a partir de 2016. Receita estimada é de R$ 53 milhões.

ICMS sobre TV por assinatura: passa de 10% para 15%. A receita estimada é de R$ 52 milhões por ano.

ICMS sobre bebidas e tabacaria: a alíquota passa de 25% para 29%. O governo espera arrecadar R$ 100 milhões anuais com a medida.

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